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“Daniel, contudo, decidiu não se tornar impuro com a comida e com o vinho do rei, e pediu ao chefe dos oficiais permissão para se abster deles”. (Daniel 1.8)

Por volta do ano de 606 a.C, Nabucodonosor, rei da Babilônia, cercou Jerusalém e saqueou o templo, levando todos os seus tesouros para a Babilônia. Levou também as pessoas ricas, jovens e inteligentes, deixando os demais para trás para buscar em outro momento.

Nessa primeira leva de pessoas, encontram-se o ainda bem jovem Daniel e seus três amigos, Hananias, Misael e Azarias. Nabucodonosor pediu que Daniel e os outros jovens fossem ensinados pelo período de três anos sobre toda a cultura babilônica
e depois viessem servi-lo. Esses jovens recebiam de tudo, inclusive a comida.

Mas as iguarias da mesa do rei eram comidas sacrificadas aos ídolos. Cada refeição se iniciava com um ato de adoração pagã. Comer daquele alimento era tornar-se participante de um culto pagão. Mas a Bíblia nos conta que Daniel decidiu não comer da comida e do vinho oferecidos pelo rei. Se Daniel vivesse em nosso tempo, certamente alguns diriam para ele: “Daniel, não seja tão careta, depois que você estiver lá dentro você decide isso, você está sendo muito radical em seus valores”. Mas Daniel entendeu que o Deus de Israel exigia separação total entre seu povo e os povos pagãos. Daniel entendeu que o Deus de Israel não divide a sua glória com ninguém, que Ele sempre desejou um povo exclusivamente seu!

Agora, pense comigo: Quando Nabucodonosor invadiu Jerusalém, ele só levou os “tops”, os melhores, para estudar na universidade a Babilônia, havia rigorosos critérios, tinham que ser: “israelitas da família real e da nobreza, jovens sem defeito físico, de boa aparência, cultos, inteligentes, que dominassem os vários 6 campos do conhecimento e fossem capacitados para servir no palácio do rei”. A maioria do povo, porém, não tinha esse perfil, ficando, assim, em Jerusalém. Daniel podia pensar: “Não há nenhum problema comer da comida do Rei. Estou quase sozinho aqui, estou sendo observado por poucas pessoas, estou longe do meu povo, ninguém vai ficar sabendo”. Mas Daniel, mesmo longe de casa, decide ser o mesmo. A maioria do seu povo podia não estar vendo, mas seu Deus estava.

Fazendo um paralelo para os nossos dias, quantos jovens e adolescentes vivem uma vida perto do seu povo e outra vida completamente diferente quando está longe dele? Quantos jovens vivem uma vida de máscaras, de fingimentos? Na igreja é uma pessoa e fora dela é outra. Quantos jovens estão se contaminando com as iguarias desse mundo? Fazendo como todos fazem?

Se você se comporta assim, o desafio é que você busque viver como Daniel, um jovem sem máscaras, um jovem parecido com Jesus, seja perto do seu povo ou longe dele. Um jovem que não se contamina com as coisas desse mundo. Um jovem que os seus olhos se enchem daquilo que vem de Deus. Você pode pedir a Ele agora mesmo para te dar a mesma integridade que tinha Daniel.
Minha oração é para que você deixe suas máscaras e viva uma vida autêntica com Deus, que longe de casa você continue sendo o
mesmo: servo do Deus vivo!

 

Por: Ismael Arêdes e Jonathas Lira

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Posted on 5 de janeiro de 2015 in Devocional, Mergulhe

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